domingo, 17 de julho de 2011
O Maranhão sem remédio
quinta-feira, 7 de julho de 2011
USO DE IMAGENS E MAPAS DO GOOGLE
terça-feira, 5 de julho de 2011
SAÍDA A CAMPO - 2011
Acessem os links para os manuais que devem ser trabalhados na saída a campo no próximo domingo (10.06.2011):
1. Manual do IBGE:
quinta-feira, 9 de junho de 2011
REDAÇÃO CIENTÍFICA - SUGESTÕES
O ARTIGO CIENTÍFICO.
PLANEJAMENTO DO ARTIGO
1. Encontre o tema
• Veja o que existe na literatura (uma boa revisão é fundamental)
• Acompanhe a evolução das questões/ assuntos/controvérsias em torno do tema
• O assunto é interessante?
• Já existe trabalho em andamento na área ?
• Quais são as questões ainda não resolvidas?
• Minhas aptidões são adequadas à tarefa?
2. Lance uma indagação
• Por que esses autores não estão de acordo?
• Parece que ninguém tentou...
3. Faça a pesquisa
No dia-a-dia - Seja claro:
• Ao formular sua indagação (a razão da pesquisa ou experimento)
• Ao planejar as etapas para respondê-la (o método)
• Ao ler as respostas (análise dos resultados)
• Concentre-se, concentre-se, concentre-se em tudo que estiver fazendo
Seja seu crítico mais severo
• Desafie suas suposições
• Não se contente com o particular, busque o caráter geral
• Investigue a firmeza de seus resultados
LINGUAGEM E ESTILO
4. Escreva tendo em mente um público-alvo.
O ideal é um público que:
• Conheça a literatura
• Seja cético, mas tenha boa-vontade para se deixar convencer
Inclua o essencial, nada mais:
• O problema que motivou a pesquisa (Torne-o interessante)
• Encaixe sua contribuição dentro da literatura existente
• Detalhe seu trabalho: seja claro, mas evite o óbvio
Sua redação está horrível?
Busque ajuda.
PARTES COMPONENTES DE UM ARTIGO
sexta-feira, 11 de março de 2011
HILGARD O'REILLY STERNBERG - Lembranças de Aluno

Jorge Xavier da Silva
Professor Emérito da UFRJ
domingo, 20 de fevereiro de 2011
FICHA DE LEITURA 01

ARGENTO, M. S. F. Mapeamento geomorfológico. In: Guerra, A.J.T. e Cunha, S. B. (org.) Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.p. 365-392.
1. Aplicabilidade dos Mapeamentos Temáticos em Geomorfologia
“A Geomorfologia serve de base para a compreensão das estruturas espaciais, não só em relação à natureza física dos fenômenos, como a natureza sócio-econômica dos mesmos”. (p. 366)
“A utilização de tais mapas contribuirá, certamente, para a elucidação de problemas erosivos e deposicionais que, porventura, venham a ocorrer em áreas de grande extensão, assim como viabilizará, mediante entrecruzamentos com outros mapeamentos temáticos, a elaboração de cenários ambientais, como por exemplo, áreas de instabilidade de taludes e de erodibilidade, e ainda áreas de risco de movimento de massa e inundação”. (p. 367)
“O planejamento, tanto nas escalas regionais como nas de maior detalhamento, de maneira geral, não tem considerado as características impostas pelo meio físico, principalmente por não haver uma base de dados que atrele as diferentes escalas cartográficas com as respostas, no nível taxonômico”. (p. 368)
“O grande potencial na aplicação de mapeamentos geomorfológicos está no interfaceamento com os projetos de planejamento da ocupação humana, com vistas à economia dos recursos investidos, mediante a prevenção de problemas futuros”. (p. 368)
“As duas primeiras situações atendem, essencialmente, a produtos voltados ao planejamento regional ou a trabalhos de macrozoneamentos...” (p. 368)
DOMÍNIOS MORFOESTRUTURAIS – características geológicas (direções estruturais, controle de drenagem,...): cadeias dobradas, antigas geossinclinais, estruturas falhadas, maciços intrusivos e grandes derrames efusivos
REGIÕES GEOMORFOLÓGICAS – “compartimentação reconhecida em termos regionais”; “o fator clima é preponderante (…) associando processos geradores a formas resultantes”.
Segue legenda de mapeamento em escala regional: 1: 1.000.000; 1;500.000.
UNIDADES GEOMORFOLÓGICAS – para mapeamentos aferidos a uma escala de 1:50.000; arranjo de formas fisionomicamente semelhantes em seus tipos de modelados (geomorfogênese, fatores paleoclimáticos, comportamento da drenagem, condicionantes litológicos ou tectônicos, etc.). “(...) cabem como legenda: os tipos de drenagem (perene, intermitente), presença de lagoas e de represamentos; localização de anfiteatros, cristas assimétricas ou simétricas, escarpas de chapadas ou de blocos falhados, colos, patamares, topos, contato angular e/ou contato côncavo entre baixas vertentes e baixada, terraços, linhas de falésias, (...), talude de detritos, planícies fluviais, etc.
TIPOS DE MODELADOS – ideal para planejamento municipal; formas com similitude geométrica, gênese comum, generalização de processos morfogenéticos comuns. As quatro tipos prioritários:
o de acumulação: fluvial, marinha, fluviomarinha, lacustre, fluviolacustre, eólica, coluvial e de inundação;
o de aplainamento: pediplanos degradados;
o de dissecação: topos convexos, tabulares e aguçados, ravinamentos e voçorocamentos
o de dissolução (karst)
“Para elaboração de mapeamento geomorfológicos por iniciantes, é aconselhado, em nível de metodologia, um primeiro contato com a base conceitual, buscando atrelar as formas resultantes aos processos geradores e modificadores dessas formas e à respectiva constituição do terreno e sua ocupação (uso do solo). Esse caminho facilitará, posteriormente, a delimitação dos polígonos nas diferentes escalas aqui preconizadas. Torna-se, ainda, importante o controle de campo no nível de todas as escalas de detalhamento a fim de se ter confiabilidade no produto final”. (p.383)
3. A Moderna Tecnologia
Parâmetros dos mapeamentos temáticos:
o Boa base conceitual em Geomorfologia;
o Escolha das legendas;
o Utilização do sensoriamento remoto e processamento digital (macro e mesoescalas);
o Uso de cartografia computadorizada.
“(…) para projetos de gerenciamento ambiental ou, até mesmo, de gestão territorial, o mapeamento temático em bases geomorfológicas, não necessita do emprego de uma refinada técnica cartográfica, já que a base dos diferentes planos de informação é ajustada aos mapas planialtimétricos, e esses, sim, devem ser elaborados segundo uma rígida base cartográfica. Este fato, no entanto, não implica fugir das regras cartográficas básicas afim de que se chegue a um produto que represente mapeamento geomorfológico confiável”. (p. 384)
“A utilização de alguns softwares, com resolução, hoje em dia, se constitui numa ferramenta de trabalho muito usada para elaboração de mapas temáticos, como os geomorfológicos.” (p. 384). Menciona CAD, SGBD, MDT e PDI, “cada um, porém, tem sua função particular e suas pecuiaridades”.
4. Mapeamentos Geomorfológicos como Suporte ao Planejamento Ambiental
“Projetos relacionados a planejamento ambiental tem contado com o suporte operacional de Sistemas de Informações Geográficas. A utilização dessa metodologia traz embutida a elaboração de um conjunto de carta temáticas, em que o mapeamento geomorfológico se traduz numa carta fundamental para ser entrecruzada a outros planos de informação e gerar cenários ambientais, quer no nível urbano, rural ou regional”. (p. 385)
“(...) os mapeamentos geomorfológicos saem do contexto academicista e se expandem ao nível de associação multidisciplinar, abrindo, com isso, possibilidades de ampliação do mercado de trabalho especializado”. (idem)
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O geógrafo que gostava de fotografia, de música e de vulcões

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A RODA

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
ASSUNTO LAMENTÁVEL

Notícia publicada na revista Veja de 02.02.2011:
sábado, 5 de fevereiro de 2011
PORTABLE GIS
GEOMARKETING

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
GRÁFICOS - Modelos Prontos

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
SOFTWARES PORTÁTEIS
2. TerraView: http://geotecnologias.wordpress.com/2011/01/03/terraview-3-6-portable/
Mais uma vez, obrigado pela iniciativa.
SOBRE GEOPROCESSAMENTO

VELHAS CARREIRAS, NOVAS PERSPECTIVAS

Cada vez mais, trabalhadores aderem a trabalhos pouco conhecidos da sua profissão
Além dos mapas. Quando o estudante Pedro David Albuquerque, de 24 anos, entrou na faculdade de geografia, acreditava que uma das melhores opções de carreira era a de professor universitário. No fim do segundo ano do curso, conseguiu um estágio em uma área que até então desconhecia, o geomarketing, técnica que utiliza a localização geográfica para analisar as melhores possibilidades de mercado para uma empresa. Há mais de dois anos na área, ele mudou de emprego, mas não de carreira. "Quando comecei a estudar geografia, diziam que eu tinha dois caminhos: ser professor ou trabalhar no mercado de engenharia com geoprocessamento. Com o tempo, vi que existiam outras possibilidades."
O demógrafo Reinaldo Gregori, fundador da empresa de geomarketing Cognatis, diz que a profissão é promissora. "Com os avanços econômicos e o esgotamento dos mercados óbvios, esse tipo de estudo se torna cada vez mais necessário para as empresas. E a procura por profissionais do ramo só tende a aumentar." No entanto, considera a disseminação desse tipo de conhecimento muito pequeno nas universidades. "Os cursos ainda só preparam o aluno para trabalhar na academia."
A consultora de recursos humanos do Grupo DMRH, Naamisis Campos, diz que muitas carreiras têm apresentado novos nichos em decorrência do aquecimento do mercado de trabalho e da flexibilização das formas de contratação. (...) "As empresas não olham só para o técnico, elas procuram pessoas com fluência em outro idioma, conhecimento tecnológico e visão de negócio", afirma Naamisis.
Notícia publicada pelo "Estadão" em 30 de janeiro de 2011:
http://economia.estadao.com.br/noticias/not_52984.htm
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sábado, 29 de janeiro de 2011
CONVERSORES ON LINE

GOOGLE EARTH + ARCGIS

Existem duas ferramentas para conectar Google com o ArcMAP:
1. ArcBruTile:
a. Versão 9.3 e 10;
b. Livre;
c. Permite conexão com outros provedores;
d. Site: http://arcbrutile.codeplex.com/.
2. Arc2Earth
a. Versão 10;
b. Livre (com restrições) e paga (com uma série de funções);
c. Permite conexão com outros provedores;
d. Site: http://bit.ly/dhVjSY.
Existe também um script elaborado pelo Luis Lopes (http://www.scribd.com/doc/13427493/Sincronizar-layer-do-ArcGIS-com-o-Google-Earth)
Maiores detalhes em https://c.na1.visual.force.com/apex/ideaView?id=087300000008GlnAAE.
Bom trabalho a todos.


