
sábado, 29 de janeiro de 2011
CONVERSORES ON LINE

GOOGLE EARTH + ARCGIS

Existem duas ferramentas para conectar Google com o ArcMAP:
1. ArcBruTile:
a. Versão 9.3 e 10;
b. Livre;
c. Permite conexão com outros provedores;
d. Site: http://arcbrutile.codeplex.com/.
2. Arc2Earth
a. Versão 10;
b. Livre (com restrições) e paga (com uma série de funções);
c. Permite conexão com outros provedores;
d. Site: http://bit.ly/dhVjSY.
Existe também um script elaborado pelo Luis Lopes (http://www.scribd.com/doc/13427493/Sincronizar-layer-do-ArcGIS-com-o-Google-Earth)
Maiores detalhes em https://c.na1.visual.force.com/apex/ideaView?id=087300000008GlnAAE.
Bom trabalho a todos.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
BOAS NOTÍCIAS SOBRE O BRASIL
O QUE MUDOU?
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
FORMAÇÕES VEGETAIS DO MARANHÃO

A vegetação presente no Maranhão reflete os aspectos transicionais entre o clima superúmido característico da região Norte e da Região Nordeste, com aspectos de semi-árido. Em virtude dessa posição, as condições edafoclimáticas do Estado ocorrem com grande variabilidade, proporcionando o surgimento de diversos ecossistemas. No Maranhão vamos encontrar desde ambientes salinos, com presença de manguezais, vegetação secundária, grandes áreas com babaçuais, até vegetação de grande porte com características do sistema amazônico.
Savana: É uma região com predominância de vegetação xeromorfa aberta, dominada e marcada por um estrato herbáceo. Alternam-se ás vezes pequenas árvores isoladas, capões florestados e galerias florestais ao longo dos rios, mostrando, assim uma grande variabilidade estrutural e, em conseqüência, grande diferença em porte de densidade, no que também influi a intensidade da ação antrópica. As espécies mais comuns nas Savanas do Estado do Maranhão são: cajui (Anarcadium microcarpum ), araticurn (Anona coriacea), murici (Byrsonirna spp), sucupira (Bowdichia vergilo ides) etc.
Savana Estépica: É constituida por uma formação vegetal bastante heterogênea e complexa, uma vez que se apresenta sob diversos aspectos fisionômicos, ocorrendo desde moitas baixas e isoladas, até mata fechada. Na sua maioria são xerófitas verdadeiras. Encontram-se sobre os tabuleiros em substituicão às áreas de matas, após sucessivos desmatamentos. As espécies mais as dessa vegetação no Estado são: sabiá (Minosa caesalponiifolia), catingueira (Caesalpinia bracteosa), xixá (Sterculia striaata) etc.
Floresta Estacional e Floresta Estacional Decidual: Representam grandes áreas descontínuas, onde o caráter decíduo da vegetação é acentuado pela disponibilidade hídrica do substrato. Ocorre na forma de disjunções florestais, apresentando estrato dominante macro ou mesofanerófitico, predominatemente caducifólio. As principais espécies encontradas são: macaúba (Acronomía sclerocarpa), pau-roxo (Cassia ramiflora) jatobá (Hymenaea sp) ), angico (Piptadenia cf. peregrina) dentre outras.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
AQUECIMENTO GLOBAL (?)
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
NOVO DESIGN; MESMO CONTEÚDO
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
ALÉM DO GOOGLE MAPS
Em subtitutles, abaixo da tela do vídeo, escolha o idioma das legendas.
domingo, 12 de dezembro de 2010
JORGE WILHEIM

Na minhas leituras sobre planejamento urbano deparei-me com "O Substantivo e o Adjetivo" de Jorge Wilheim. Tou lendo aos poucos, saboreando.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
DICA EXCELENTE - Baixar imagens do Google Earth
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
LIVROS RAROS E (LIVRO) GRÁTIS

FORTUNA PIAUIENSE
Notícia publicada na coluna Radar de Lauro Jardim na Veja (24.11.2010):
A soma dos bens dos 22543 candidatos nas eleições 2010 alcançou 14,5 bilhões de reais. Os mais ricos não estão no eixo Rio-São Paulo-Minas. A liderança é de Mato Grosso (patrimônio médio de 2,1 milhões de reais por candidato), seguido do Piauí (1,7 milhão de reais) e Amazonas (1,3 milhão de reais).
Inevitável perguntar:
Eles vão defender os interesses de quem?
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
GEOMORFOLOGIA DO QUATERNÁRIO

GEOMORFOLOGIA DO QUATERNÁRIO
Josilda R. da Silva Moura
1. Quaternário: Período de Transformações Ambientais Recentes
O termo Quaternário foi proposto por Desnoyers (1829) para diferenciar os estratos identificados sobre os sedimentos do terciário da Bacia de Paris, sendo redefinido por Reboull (1833) para incluir todos os estratos caracterizados por vestígios de flora e fauna, cujos similares poderiam ainda hoje ser encontrados
O Quaternário é a última divisão do tempo geológico e considera-se que o mesmo tenha tido início há 2 milhões de anos estendendo-se até o presente. Divide-se em duas épocas: Pleistoceno e Holoceno.
Os mais importantes avanços no conhecimento do Quaternário puderam ser obtidos com o desenvolvimento do método de datação pelo Carbono 14 e com a investigações dos fundos oceânicos que possuem registro sedimentar não perturbado e bastante extenso e quase contínuo de todo este período.
A teoria de Milankovitch (1941) é a mais aceita para explicar a regularidade e a freqüência das oscilações climáticas quaternárias. Ela atribui essas variações climáticas a mudanças periódicas de magnitudes variadas na órbita e no eixo terrestre.
O reconhecimento estratigráfico dos depósitos sedimentares Quaternários, tem representado um desafio em nível de metodologia que os distinga com a necessária precisão.
O estabelecimento de uma litoestratigrafia (estudo histórico de um corpo rochoso) quaternária é dificultada pelo caráter fragmentário do seu registro deposicional, pela freqüente similaridade composicional e recorrência de fácies.
A proposição de unidade climatoestratigráficas, em função da reconhecida natureza climática do período em questão, foi considerada subjetiva demais (variações climáticas inferidas a partir do caráter sedimentológico, fósseis e solos). A exagerada ênfase climática dada à questão tem subestimado os demais processos.
Cada unidade aloestratigráfica definida representa um episódio sedimentar principal, produto de um evento de “instabilidade ambiental”, quando seriam produzidas mudanças efetivas na paisagem.
Paleossolos são indicadores favoráveis, pelo menos em escala regional, à subdivisão e correlação de seqüências sedimentares quaternárias.
Unidades pedoestratigráficas:
“São solos cujas características físicas e relações estratigráficas asseguram seu reconhecimento e mapeamento como tal” (Mendes, 1971) .
“Corpos rochosos constituídos por um ou mais horizontes pedológicos desenvolvidos em uma ou mais unidades litoestratigráfica, aloestratigráficas ou litodêmicas, e que estão recobertos por uma ou mais unidades lito ou aloestratigráficas formalmente definidas” (N.A.C.S.N, 1983)
“Pedoderma (Cód. Estrat. Australiano)– unidade de cobertura de solo mapeável, parcialmente truncada ou inteira, situada na superfície ou enterrada total ou parcialmente, que possui características físicas e relações estratigráficas que permitem reconhecimento e mapeamento consistentes”.
A estratigrafia do solo é uma poderosa aliada na determinação mais segura da seqüência os eventos ocorridos no Quaternário.
No século atual as primeira tentativas de interpretação da evolução das paisagens do sudeste do Brasil fundamentaram-se em concepções dedutivas.
Mais tarde verifica-se uma preocupação com a delimitação dos grande domínios morfoclimáticos atuais e sua comparação com os testemunhos da evolução quaternária.
As formas topográficas chamadas terraços representaram os principais indicadores cronológicos para o estabelecimento da estratigrafia dos corpos aluviais de ocorrência fragmentária.
Nos últimos anos foram realizadas tentativas de estudo da gênese e da estratigrafia dos depósitos coluviais quaternários do planalto sudeste do Brasil .
Considerando que as seqüências deposicionais constituem o único registro material da história evolutiva, a associação entre forma e depósito configura-se como instrumento imprescindível para a interpretação da dinâmica ambiental.
As feições geométricas e a distribuição espacial das unidades deposicionais constituem o produto da evolução da paisagem, representando o principal fator condicionante da distribuição dos processos atuais.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
COMO E POR QUE ESTUDAR?

Cada início de período traz-nos apreensão. Não sabemos que desafios nos esperam, assim como não sabemos muito como superá-los. Esperamos, mais uma vez, que esse período seja melhor que o anterior. Que os alunos estudem mais e mais. Esperamos (ou sonhamos) que eles nos superem. Preocupado com o desempenho dos alunos, selecionamos uns poucos sites e algumas frases de pensadores e personalidades célebres que tratem da questão. Pretendemos provocar em todos os que lerem este post um pouco de reflexão de nosso papel na sociedade atual e futura.
Sites (clique no título):
Estudar para o sucesso ou estudar para ser feliz?
FRASES (DE PESSOAS) CÉLEBRES:
Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem .
Albert Einstein:
O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
É a teoria que decide o que podemos observar.
Procure ser um homem de valor, em vez de procurar ser um homem de sucesso.
Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos.
Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.
Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo.
Confúcio:
Se queres prever o futuro, estuda o passado.
A preguiça caminha tão devagar, que a pobreza não tem dificuldade em a alcançar.
Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem.
O homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem.
Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais.
Pensar sem aprender torna-nos caprichosos, e aprender sem pensar é um desastre.
De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos.
As frases foram colhidas do no site - http://www.pensador.info/
sexta-feira, 16 de julho de 2010
COMO ESCREVER MONOGRAFIAS.

quarta-feira, 14 de julho de 2010
ATINGIMOS MAIS DE 2.000 ACESSOS!

Amigos internautas-geógrafos,
