quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
NOVO DESIGN; MESMO CONTEÚDO
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
ALÉM DO GOOGLE MAPS
Em subtitutles, abaixo da tela do vídeo, escolha o idioma das legendas.
domingo, 12 de dezembro de 2010
JORGE WILHEIM

Na minhas leituras sobre planejamento urbano deparei-me com "O Substantivo e o Adjetivo" de Jorge Wilheim. Tou lendo aos poucos, saboreando.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
DICA EXCELENTE - Baixar imagens do Google Earth
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
LIVROS RAROS E (LIVRO) GRÁTIS

FORTUNA PIAUIENSE
Notícia publicada na coluna Radar de Lauro Jardim na Veja (24.11.2010):
A soma dos bens dos 22543 candidatos nas eleições 2010 alcançou 14,5 bilhões de reais. Os mais ricos não estão no eixo Rio-São Paulo-Minas. A liderança é de Mato Grosso (patrimônio médio de 2,1 milhões de reais por candidato), seguido do Piauí (1,7 milhão de reais) e Amazonas (1,3 milhão de reais).
Inevitável perguntar:
Eles vão defender os interesses de quem?
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
GEOMORFOLOGIA DO QUATERNÁRIO

GEOMORFOLOGIA DO QUATERNÁRIO
Josilda R. da Silva Moura
1. Quaternário: Período de Transformações Ambientais Recentes
O termo Quaternário foi proposto por Desnoyers (1829) para diferenciar os estratos identificados sobre os sedimentos do terciário da Bacia de Paris, sendo redefinido por Reboull (1833) para incluir todos os estratos caracterizados por vestígios de flora e fauna, cujos similares poderiam ainda hoje ser encontrados
O Quaternário é a última divisão do tempo geológico e considera-se que o mesmo tenha tido início há 2 milhões de anos estendendo-se até o presente. Divide-se em duas épocas: Pleistoceno e Holoceno.
Os mais importantes avanços no conhecimento do Quaternário puderam ser obtidos com o desenvolvimento do método de datação pelo Carbono 14 e com a investigações dos fundos oceânicos que possuem registro sedimentar não perturbado e bastante extenso e quase contínuo de todo este período.
A teoria de Milankovitch (1941) é a mais aceita para explicar a regularidade e a freqüência das oscilações climáticas quaternárias. Ela atribui essas variações climáticas a mudanças periódicas de magnitudes variadas na órbita e no eixo terrestre.
O reconhecimento estratigráfico dos depósitos sedimentares Quaternários, tem representado um desafio em nível de metodologia que os distinga com a necessária precisão.
O estabelecimento de uma litoestratigrafia (estudo histórico de um corpo rochoso) quaternária é dificultada pelo caráter fragmentário do seu registro deposicional, pela freqüente similaridade composicional e recorrência de fácies.
A proposição de unidade climatoestratigráficas, em função da reconhecida natureza climática do período em questão, foi considerada subjetiva demais (variações climáticas inferidas a partir do caráter sedimentológico, fósseis e solos). A exagerada ênfase climática dada à questão tem subestimado os demais processos.
Cada unidade aloestratigráfica definida representa um episódio sedimentar principal, produto de um evento de “instabilidade ambiental”, quando seriam produzidas mudanças efetivas na paisagem.
Paleossolos são indicadores favoráveis, pelo menos em escala regional, à subdivisão e correlação de seqüências sedimentares quaternárias.
Unidades pedoestratigráficas:
“São solos cujas características físicas e relações estratigráficas asseguram seu reconhecimento e mapeamento como tal” (Mendes, 1971) .
“Corpos rochosos constituídos por um ou mais horizontes pedológicos desenvolvidos em uma ou mais unidades litoestratigráfica, aloestratigráficas ou litodêmicas, e que estão recobertos por uma ou mais unidades lito ou aloestratigráficas formalmente definidas” (N.A.C.S.N, 1983)
“Pedoderma (Cód. Estrat. Australiano)– unidade de cobertura de solo mapeável, parcialmente truncada ou inteira, situada na superfície ou enterrada total ou parcialmente, que possui características físicas e relações estratigráficas que permitem reconhecimento e mapeamento consistentes”.
A estratigrafia do solo é uma poderosa aliada na determinação mais segura da seqüência os eventos ocorridos no Quaternário.
No século atual as primeira tentativas de interpretação da evolução das paisagens do sudeste do Brasil fundamentaram-se em concepções dedutivas.
Mais tarde verifica-se uma preocupação com a delimitação dos grande domínios morfoclimáticos atuais e sua comparação com os testemunhos da evolução quaternária.
As formas topográficas chamadas terraços representaram os principais indicadores cronológicos para o estabelecimento da estratigrafia dos corpos aluviais de ocorrência fragmentária.
Nos últimos anos foram realizadas tentativas de estudo da gênese e da estratigrafia dos depósitos coluviais quaternários do planalto sudeste do Brasil .
Considerando que as seqüências deposicionais constituem o único registro material da história evolutiva, a associação entre forma e depósito configura-se como instrumento imprescindível para a interpretação da dinâmica ambiental.
As feições geométricas e a distribuição espacial das unidades deposicionais constituem o produto da evolução da paisagem, representando o principal fator condicionante da distribuição dos processos atuais.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
COMO E POR QUE ESTUDAR?

Cada início de período traz-nos apreensão. Não sabemos que desafios nos esperam, assim como não sabemos muito como superá-los. Esperamos, mais uma vez, que esse período seja melhor que o anterior. Que os alunos estudem mais e mais. Esperamos (ou sonhamos) que eles nos superem. Preocupado com o desempenho dos alunos, selecionamos uns poucos sites e algumas frases de pensadores e personalidades célebres que tratem da questão. Pretendemos provocar em todos os que lerem este post um pouco de reflexão de nosso papel na sociedade atual e futura.
Sites (clique no título):
Estudar para o sucesso ou estudar para ser feliz?
FRASES (DE PESSOAS) CÉLEBRES:
Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem .
Albert Einstein:
O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
É a teoria que decide o que podemos observar.
Procure ser um homem de valor, em vez de procurar ser um homem de sucesso.
Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos.
Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.
Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo.
Confúcio:
Se queres prever o futuro, estuda o passado.
A preguiça caminha tão devagar, que a pobreza não tem dificuldade em a alcançar.
Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem.
O homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem.
Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais.
Pensar sem aprender torna-nos caprichosos, e aprender sem pensar é um desastre.
De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos.
As frases foram colhidas do no site - http://www.pensador.info/
sexta-feira, 16 de julho de 2010
COMO ESCREVER MONOGRAFIAS.

quarta-feira, 14 de julho de 2010
ATINGIMOS MAIS DE 2.000 ACESSOS!

Amigos internautas-geógrafos,
quinta-feira, 24 de junho de 2010
GEOLOGIA DO MARANHÃO I

Retomamos a publicação dos textos do Atlas do Maranhão como havíamos feito anteriormente. A fonte é a mesma. Boa leitura.
GEOLOGIA DO MARANHÃO
A posição intracratônica do Meio-Norte (Maranhão – Piauí) favoreceu a formação de uma estrutura geológica sedimentar, constituindo vasta bacia cuja gênese está ligada as transgressões e regressões marinhas, combinadas com movimentos subsidentes e arqueamentos ocorridos desde o início do Paleozóico ao final do Mesozóico. Durante os movimentos negativos eram depositados sedimentos marinhos, acumulando-se arenitos, folhelhos e calcário, enquanto que durante os movimentos epirogênicos positivos depositaram-se sedimentos basálticos de origem continental.
Aguiar (1969) estudando a área concluiu que a Bacia Piauí - Maranhão, teve sua origem a partir da subsidência do “craton” ao longo de três eixos principais: o eixo Marajó de direção SE, infletindo depois para leste a partir do centro do Estado do Maranhão; outro eixo com direção SE passando próximo a Floriano e Santa Filomena e um terceiro com direção NE.
O ciclo de deposição marinha começou no Siluriano, continuando-se pelo Devoniano Inferior, Médio e Superior e terminou no Carbonífero Inferior com a Formação Poti que apresenta ao lado da fácies marinha, sedimentação continental. Essa parte da bacia sedimentar encontra-se em território piauiense, com muito pequena ocorrência da Formação Poti na região de Barão de Grajaú, no médio Parnaíba.
A parte maranhense da bacia corresponde ao Carbonífero Superior de fácies mista (marinha, lacustre, fluvial), ao Permiano predominantemente de fácies continental muito variável (Formação Pedra de Fogo) e ao Mesozóico, cujos sedimentos apresentam espessura variável. No período Triássico os depósitos continentais denunciam climas áridos ou semi-áridos.
No Juro-Cretáceo houve uma atividade ígnea ascenderam formando diques, derrames, “sills”, e pequenos lacolitos que deformaram localmente as camadas sedimentares. Ocorrem associados aos arenitos Sambaíba (Triássico) e se espalharam na parte central do geossinclinal, estendendo-se desde o oeste de Grajaú – Fortaleza do Nogueiras ao Tocantins. Tais ocorrências, por sua extensão, apresentam um interesse agrícola local devido à maior fertilidade de seus solos, quando comparada a dos demais do território maranhense.
Depois do período de atividade ígnea a deposição continental prosseguiu no centro – sul da bacia e a marinha começou nas partes central e noroeste (Formação Grajaú), continuando no Cretáceo Superior em áreas baixas do centro da bacia (Formação Codó).
Ainda durante o período Juro – Cretáceo movimentos tectônicos provocaram a formação de um “horst” de direção aproximada leste - oeste, denominado pelos geólogos Arco Ferrer- Urbano Santos, responsável pelos afloramentos de rochas pré-cambrianas, mais importantes na área do Gurupi, e pela fragmentação da grande bacia sedimentar, dando origem às bacias epicontinentais de São Luís e Barreirinhas.
A bacia de barreirinhas limita-se a oeste pelo “horst” de Rosário que a separa da bacia de São Luís; seu limite sul é dado pelo Arco Ferrer-Urbano Santos, estendendo-se em seguida para o oceano> sua espessura máxima é de 7.000 metros e ocupa uma área de 85.000 quilômetros quadrados, dos quais 75.000 são submersos.
No território maranhense tem-se do período Cenozóico (Plioceno – Pleisteceno) a extensa deposição de sedimentos continentais (Formação Barreiras) sobretudo, no nordeste do Estado e mantos detríticos areno-argilosos, recobrindo algumas pequenas áreas do centro sul do Estado.
O quaternário (Holoceno) é representado pelos depósitos litorâneos marinhos e depósitos eólicos, muito extensos na região de Barreirinhas - Humberto de Campos e por aluviões flúvio - marinhos do golfo maranhense e do estuário do rio Turiaçu.
As camadas sedimentares, de modo geral, se apresentam quase horizontais, com declives insignificantes para o norte, originado uma topografia tabular ou subtabular.
O sistema de falhas afeta, principalmente, a área meridional da Bacia do Maranhão, correspondente às formações permianas e triássicas e obedece às direções NW e NE. É um sistema incipiente quando comparado ao da Bacia do Paraná, pois não sofreu um tectonismo tão intenso.
Na área do Gurupi também é constatado um sistema de falhas, onde os esforços epirogênicos, provavelmente, reativaram antigas falhas originadas pelos movimentos responsáveis pela formação do Arco Ferrer – Urbano Santos.
As fraturas mais numerosas afetam, de forma indiscriminada, todas as formações geológicas até os terrenos terciários de Barreiras. Seguem direções variadas, influindo localmente na direção dos rios.
GEOLOGIA DO MARANHÃO II
GEOLOGIA DO MARANHÃO III
segunda-feira, 21 de junho de 2010
TRABALHO DE CAMPO

Prezados alunos,
sábado, 29 de maio de 2010
ATENÇÃO - 2ª AVALIAÇÃO

Caros alunos,
domingo, 18 de abril de 2010
QUESTÕES DE GEOMORFOLOGIA

Prezados alunos,
